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2/12/2018

Omar Rayyan

Spanish Mackerel, oil on panel, 18x24 inches, sold | 2016

Da obra de Omar Rayyan.

12/29/2010

7/16/2010

Enchantement


Paul Emile Bécat, ilustração em Le Temple de Gnide, 1954

De acordo com Evie Byrne (Enchantement) "It's from a suite of images illustrating Le Temple de Gnide, a erotic novel or prose poem written by the Baron de Montesquieu in 1725, while he was traveling in libertine circles in Paris."

4/05/2010

Craig Tracy

Craig Tracy é um espantoso pintor corporal. Vale a pena ver a sua página pessoal, ou esta notícia no Amazing Planet.

9/28/2009

Julie Bell



Julie Bell é casada com Boris Vallejo e, para além de posar para os quadros do marido é também pintora. Do catálogo do casal, repesquei estas imagens: uma sereia, uma interpretação muito livre de um peixe vermelho, e um tubarão... diferente.

Julie Bell, Hidrogena

Julie Bell, Goldfish




Um obrigado a Paulo Netto (Aido Bonsai) por me ter feito re-visitar o site de Boris Vallejo.

3/01/2009


“Era uma vez um pintor que tinha um aquário com um peixe vermelho. Vivia o peixe tranquiliamente acompanhado pela sua cor vermelha até que principiou a tornar-se negro a partir de dentro, um nó preto atrás da cor encarnada. O nó desenvolvia-se alastrando e tomando conta de todo o peixe. Por fora do aquário o pintor assistia surpreendido ao aparecimento do novo peixe.

O problema do artista era que, obrigado a interromper o quadro onde estava a chegar o vermelho do peixe, não sabia que fazer da cor preta que ele agora lhe ensinava. Os elementos do problema contituíam-se na observação dos factos e punham-se por esta ordem: peixe, vermelho pintor – sendo o vermelho nexo entre o peixe e o quadro através do pintor. O preto formava a insídia do real e abria um abismo na primitiva fidelidade do pintor.

Ao meditar sobre as razões da mudança exactamente quando assentava na sua fidelidade, o pintor supôs que o peixe, efectuando um número de mágica, mostrava que existia apenas uma lei abrangendo tanto o mundo das coisas como o da imaginação. Era a lei da metamorfose.

Compreendida esta espécie de fidelidade, o artista pintou um peixe amarelo.”

(Obrigado pela dica, LN)

1/09/2008

Les bêtes de la mer


Henri Matisse, Beasts of the Sea, 1950, colagem de papel em tela.

12/06/2007



Nela Vicente

Dá tempo ao tempo
Óleo s/ tela
40x30

1/14/2007

Uma das leis da vida...

Ric Stultz
big fish eats the little ones (16x11")
2006

12/28/2006

Horóscopos: body painting


Aviso já: ao contrário de Kary Mullis (que aliás acho um indivíduo interessantíssimo) não acredito em astrologia. Mas sendo Pisces um signo do Zodíaco, e enquanto pesquiso a respectiva astronomia, aqui fica uma ilustração original (com gralha e tudo), de uma série publicada no Astrology Weekly.

12/07/2006

Joseph R. Tomelleri

Imagens de peixes de água doce dos Estados Unidos da América, de um realismo assustador.

1738...

...é o número de posters disponíveis na categoria peixes de AllPosters.com.

Quem vê caras...



... enviado por e-mail. Fonte desconhecida.

12/04/2006

Sereias: Rafal Olbinski

A arte de Rafal Olbinski pode ser vista nas galerias Patinae e Ten Dreams.





Sereias: Colette Calascione

Os lindos trabalhos de Colette Calascione, onde os motivos humanos e de natureza se misturam, num ambiente de sensualidade e humor.


Swimmer (1998)
Óleo sobre madeira



Lorelei (2001)
Óleo sobre madeira



Lost at sea (2000)
Óleo sobre madeira

10/27/2005

He paints fish

Intervening Action (2005)

Descobri há algum tempo o trabalho de Jason Scarpace, um pintor que se especializou... em peixes. Como se pode ver no seu site (que se chama, obviamente, ipaintfish), Scarpace usa cores vivas em pinturas dinâmicas, com um efeito estético que a mim me agrada muito.

Este é um fruto bonito da árvore da arte ictiológica, cujas raízes vêm pelo menos desde o Paleolítico.

6/07/2005

Os peixes na arte paleolítica


Lortet, Pierre Citerne
Não sei como dei com a referência da tese de Pierre Citerne, "Les poissons dans l'art paleolithique. Un theme figuratif au coeur de l'iconographie Magdalenienne" (2003). Mas não resisti a pedir uma cópia, e o autor foi suficientemente simpático para ma oferecer.

Já conhecia, claro, a iconografia do período, mas sempre a associei a animais terrestres. Acho fascinante encontrar representações de peixes com mais de 10.000 anos de idade, de um período em que grupos de pessoas, que ainda não dominavam a utilização de metais, (re?)colonizavam a Europa após o final da última glaciação. A grande abundância de desenhos, nas paredes e nos objectos de uso corrente, permite-me imaginar que não seria difícil encontrar alimento e que as pessoas tinham tempo para dedicar a actividades criativas. Que inveja...

Citerne consegue identificar várias espécies de peixes, apesar de quase metade dos pictogramas ter uma intenção mais decorativa que naturalista. Os salmonídeos eram os animais mais representados (80%), mas também se encontram pleuronectiformes, lúcios, esturjões, enguias e ciprinídeos. Curiosamente, são quase todos de água doce- os peixes de água salgada encontram-se sobretudo na arte parietal. Seria interessante saber se a ênfase nos salmonídeos teria correspondência com a importância destes peixes na alimentação, mas o autor faz um abordagem cautelosa deste assunto.

A terminar, deixo aqui também a imagem da única representação de um peixe obtida por piquetagem conhecida para o Paleolítico europeu e proveniente de... Foz Côa.

Figura de peixe de Foz Côa